DEAD KENNEDYS, José Gonzalez e outros poetas

A vida secreta de JOSÉ

Eu & Meu amor passamos a lua de mel na Terra dos Gotas.

-Onde todo mundo tem gota?

-Gotas é um povo escandinavo antigo.

Não fizemos programas turisticos: rios, lagos, pontes, castelos, parques, zoo e catedrais.

Não conhecemos a princesa Vic.

Nós ficamos o dia inteiro no hotel e à noite assistimos a música nórdica dos null points Eurovision.

Apesar de ter nascido em Gotancity (Gotemburgo), o @migo fala espanhol, porque os seus pais nasceram na Argentina.

-Ai!José! ( lê-se Rosé & fala-se com suspiros), mas vcs podem chamá-lo D' ARGENTINO.

O comumISTA tinha barba & uma banda de hardcore/Punk.

Ele & Meu amor ouviram os Kennedys mortos.

Nós falamos sobre a poética Suiça (que não é SUÉCIA) & o Poeta Borges.

Lembramos de alguns sinônimos em latim (inventar é descobrir) & Tlön.

-Pobre Professor Ciego!

-Ciego & Escritor.

É do José o El Libro Sagrado, que até hoje não devolvi. 

O filho dos portenhos nos levou ao bar preferido da Rock 07:

-Escutcha a tu corazon! ( Listen to you heart).

-Baño lésbico "chikezinho"!

"Última chamada para o  álcool

 Última chamada para a sua liberdade de expressão

 Beba!

 O Happy Hour é agora imposto pela lei..." Dead Kennedys

Meu amor, encheu o cú de cerveja, vomitou e culpou a música "ruim."

-A minha PRÉ~Ferida do As de Base é Todo que lo quiera,

Meu amor, tudo que eu + queria era tê-lo ao meu lado.

-Base?

O Argentino nos revelou a sua VIDA SECRETA.

-Ai, JOSÉ!


"Tínhamos uma promessa feita

Nós estávamos apaixonados

Para chamar as mãos de lá de cima


Para nos apoiarmos


Não seria bom o bastante?


Para mim, não."

 

"E você, você conhecia a mão do diabo..."

"Quebrei o dente, um dia

Algo não é o mesmo

Cabeça vazia, 

porque eu varro o chão

Sinta a sua presença em sua ausência,

Fecho a porta.

Qual o objetivo?

Se vc odeia, morre e mata por amor..."

 

"Todas as coisas próximas das coisas se foram

Para lembrar todas as almas inquietas

Da beleza de estar aqui

Deixe-o levar embora &
 dance a noite toda..." José Gonzalez

 


SONETO DEL VINO

¿En qué reino, en qué siglo, bajo qué silenciosa
Conjunción de los astros, en qué secreto día
Que el mármol no ha salvado, surgió la valerosa
Y singular idea de inventar la alegría?
Con otoños de oro la inventaron. El vino
Fluye rojo a lo largo de las generaciones
Como el río del tiempo y en el arduo camino
Nos prodiga su música, su fuego y sus leones.
En la noche del júbilo o en la jornada adversa
Exalta la alegría o mitiga el espanto
Y el ditirambo nuevo que este día le canto
Otrora lo cantaron el árabe y el persa.
Vino, enséñame el arte de ver mi propia historia
Como si ésta ya fuera ceniza en la memoria.     
 Jorge Luis Borges


                                                                                Margarida?


Dedicado à SEBA & A Prima Matarazzo.


We've Got a Bigger Problem, Suécia & Suiça

Uber ales Argentina!


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